Jussara Spanic - Projeto: Parque da Cidade
   
 

O Parque da Cidade foi incorporado ao patrimônio da cidade do Rio de Janeiro em 1939, adquirido da família Guinle na gestão do Prefeito Henrique Wadsworth.

 
 
Anteriormente, a área perteneceu a ilustres proprietários, como o arquiteto francês Grandjean de Montigny, Antonio Pimenta Bueno – Marques de São Vicente, Antonio Teixeira – lorde de Santa Urearia e, finalmente, a família Guinle. Implantado em diversos planos, a Parque da Cidade ocupa uma área de 470.000m2.
 
  Atrativos - O Parque da Cidade oferece para aos seus visitantes:
 
 

Área de Lazer:
Que é onde se encontram alguns brinquedos que nos fins de semana os pais trazem seus filhos. Um espaço onde os adolescentes fazem de campo, e jogam bola, e os adultos em dia de sol fazem seus piquerniques. Geralmente, neste espaço a prefeitura coloca alguns brinquedos (infláveis) para as crianças.

 
 
Trilhas e Lagos (cachoeira)
Nessas trilhas, os moradores e visitantes gostam de caminhar e conhecer um pouco do Parque. Em dias de sol, os estudantes das escolas próximos ao Parque já vêm com a roupa de banho por baixo de uniforme, e da escola eles vão ao Parque e visitam a cachoeira, e dali só saem quando e sol se esconde.
 
 
Museu Histórico da Cidade.
O museu, criado em 1934, guarda em seu interior: valiosa mostra da evolução da cidade do Rio de Janeiro. Foi re-inaugurado em setembro de 1996, após passar por obras para sua restauração.
 
 
A proximidade do Parque Nacional da Tijuca faz do Parque da Cidade uma importante unidade de conservação, pois aqui se encontram exemplos da flora nativa, tais como: o fedegoso (nome comum a vários arbustos e arvoretas das leguminosas que tem propriedades medicinais), o pauferro, o angico e a popular quaresmeira, que propiciam abrigo, repouso e alimentação para a fauna nativa desta região.
 
  Um exemplo de Turismo Sustentável na prática.
   
  Comércio Justo e Turismo na África do Sul (Fair Trade and Tourism in South África).
   
 
Dê uma olhada no website deles para a idéia completa do que eles fazem. O seguinte é um sumario do contexto e a idéia básica dessa organização:
   
 
A África do Sul é um país com uma historia complexa, e o fim da apartheid em 1994 desmascarou grandes problemas como o desemprego, a desigualdade social e um nível de pobreza muito alto.
   
 
Então desde 1994 o turismo tem desenvolvido, e “a atividade de turismo deve pertencer a uma comunidade para que o turismo beneficie diretamente as comunidades através de empregos e um investimento social”.
   
 
Isso é o que o “FTTSA” tenta implementar. É uma ONG que tem que ver com “certificação”: dá uma aprovação independente às empresas que trabalham com o turismo num jeito especifico, que quer dizer um jeito que beneficia as comunidades. É voluntário, mas é melhor tiver a certificação hoje em dia porque o turismo sustentável é cada vez mais importante. Trata de turismo das comunidades, mas também os hotéis e os lugares turísticos mais luxuosos que demonstram que trabalham entre as regras do turismo sustentável. Por exemplo, um hotel grande e caro teria que dar empregos a pessoas do redor do hotel ou usar uma quantidade certa de produtos locais, para que os turistas ajudem as comunidades diretamente. A idéia é que não é turismo de massa (quando a maioria dos empregos é mal paga), mas antes um turismo que desenvolve numa maneira sustentável que trabalha ao lado das comunidades. A África do Sul é o primeiro país que usa um processo de certificação assim, mas é uma idéia que seria possível implementar em outros países se fosse desenvolvido especificamente em cada país, porque cada país é único.